Jon Irabagon Quartet
- Saxofone
Jon Irabagon
- Piano
Luis Perdomo
- Contrabaixo
Yasushi Nakamura
- Bateria
Rudy Royston
Out. 07 Sábado – 23h30
Bio.
O saxofonista americano Jon Irabagon nasceu em 1979, estudou saxofone alto e piano na escola, começou a tocar profissionalmente na área de Chicago, e estudou música e jornalismo na DePaul University. Em 2001 mudou-se para a cidade de Nova York, onde estudou, na Manhattan School of Music, com artistas tão diversos como Dave Liebman, Wynton Marsalis, Dick Oatts e Jason Morna. Depois de adquirir o mestrado em 2003, continuou os seus estudos no programa de jazz da Juilliard School, com Victor Goines como tutor.
Em 2003 o contrabaixista e compositor Moppa Elliott convidou-o para o seu quarteto Mostly Other People Do the Killing (bem como Peter Evans e Kevin Shea). Vencedor do Concurso Internacional de Saxofone Thelonious Monk em 2008, trabalhou extensivamente como um sideman e como líder numa grande variedade de projectos, desde o mais simples até ao mais inovador. Actuou e/ou gravou com grandes músicos como Billy Joel, Wynton Marsalis, Bright Eyes, Tom Harrell, Tommy Iago, Joe Lovano, Dave Liebman, Deborah Gibson, John Abercrombie, Frank Wess, Wycliffe Gordon, Renee Fleming, Kenny Washington, Lou Reed, Jenny Lewis, Ron Sexsmith e Ken Vandermark. Jon tocou e realizou workshops nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Macau, Taiwan, Costa Rica e Japão, e actua regularmente nos principais locais da cidade de Nova York, como o Birdland, o Jazz Standard, o 55 Bar, a Jazz Gallery, o Zebulon, o Barbes, o Sweet Rhythm e o Dizzy’s Club Coca Cola.
Jon Irabagon ganhou as votações dos críticos de todo o mundo para a Revista Downbeat nas categorias de Rising Star Alto Saxophone and the Rising Star Tenor Saxophone e foi nomeado um dos 25 ícones do Jazz de New York pela revista Time Out. Jon também foi nomeado em 2012 Músico do ano pelo New York City Jazz Record. É membro de grandes grupos tais como o Quinteto de Mary Halvorson, o Quinteto de Dave Douglas e o 3Dom Factor de Barry Altschul, bem como um reconhecido líder dos seus próprios grupos com os quais gravou nove álbuns.
Fontes: http://jonirabagon.com; https://de.wikipedia.org/wiki/Jon_Irabagon; https://musicians.allaboutjazz.com/jonirabagon
Yilian Cañizares Quintet
- Violino e Voz
Yilian Cañizares
- Piano
Daniel Stawinski
- Contrabaixo
David Brito
- Bateria e Percussão
Cyril Regamey
- Percussão
Inor Sotolongo
Out. 07 Sábado – 21h30
- Origem
Suíça / Cuba
- Género
Jazz
Bio.
Yilian Cañizares cresceu em Havana, no Bairro Vedado, junto à Plaza de la Revolución. A sua formação musical começou aos sete anos de idade com a entrada na Academia de Música Manuel Saumell para estudar piano e violino. Na década de 90 venceu por quatro vezes o Concurso Nacional de Violino de Cuba. Com 14 anos ganha uma bolsa para estudar em Caracas, Venezuela. Dois anos mais tarde uma masterclass com um professor suíço visitante mudou a sua vida. “Ele disse-me que eu era dotada e encorajou-me a concorrer a um lugar no seu conservatório. Parte para a Suíça em 2000 onde o seu modo de tocar e técnica atingiram um nível totalmente novo, recebendo, então, vários convites de grandes orquestras. Fica na Orquestra de Lausanne onde durante seis anos contribui para o sucesso de sinfonias, concertos e óperas.
À procura de um caminho mais criativo, e inspirada no violinista de jazz francês Stéphane Grappelli, deixa a orquestra e reúne um quarteto de músicos da Alemanha, Venezuela e Suíça (e mais tarde Cuba) a que chamou Ochumare (divindade orixá do arco-íris). Seis meses depois a formação vence a Montreux Jazz Festival Competition. Em 2011, através do projecto Havana Cultura de Giles Peterson passa a compartilhar o palco com ícones do jazz como Ibrahim Malouf e Omar Sosa. Mais recentemente, tem cantado em francês e ioruba, a língua de seus antepassados da África Ocidental, enriquecendo as letras com a percussão afro-cubana.
Dois álbuns aclamados, “Ochumare” (2013) e “Invocacion” (2015) consolidaram a reputação de Yilian Cañizares, considerada a “revelação do ano” pelo semanário francês Le Nouvel Observateur. Com seu carisma, variedade de influências e a facilidade com que canta e toca violino simultaneamente, Cañizares é uma descoberta autêntica. Uma maravilhosa mistura de jazz ardente, ritmos clássicos e afro-cubanos.
Fonte: http://www.yiliancanizares.com
Matt Wilson Quartet
- Bateria
Matt Wilson
- Contrabaixo
Chris Lightcap
- Sax Tenor e Clarinete
Jeff Lederer
- Corneta
Kirk Knuffke
Out. 06 6ªfeira – 23h30
Bio.
O baterista norte-americano Matt Wilson nasceu em Knoxville, Illinois no dia 27 de Setembro de 1964. Estudou percussão na Wichita State University e mudou-se para Nova Iorque em 1992. É um dos mais importantes músicos de jazz da actualidade.
Matt é universalmente reconhecido pelo seu estilo musical e melódico, sendo ainda um talentoso compositor, líder de banda, produtor e professor. A energia positiva de Matt, o sentido de humor e a capacidade de explorar uma ampla gama de configurações musicais mantêm-no num constante nível de exigência elevado. Além disso, a dedicação de Wilson ao jazz fê-lo ser considerado como um amado embaixador da música em todo o mundo, dentro e fora dos palcos.
Wilson lidera os grupos “Matt Wilson Quartet”, “Arts and Crafts”, “Christmas Tree-O”, o “Carl Sandburg Project” e a “Matt Wilson’s Big Happy Family” uma banda de treze músicos que reune muitos dos seus companheiros dos outros grupos acima referidos. Matt é ou foi membro dos conjuntos de Joe Lovano, John Scofield, Charlie Haden, Lee Konitz, Bob Stewart, Denny Zeitlin, Ron Miles, Marty Ehrlich, Ted Nash, Jane Ira Bloom and Dena DeRose entre outros. Tem tocado com muitas lendas da música como Cecil McBee, Herbie Hancock, Dewey Redman, Andrew Hill, Bobby Hutcherson, Elvis Costello, Cedar Walton, Kenny Barron, John Zorn, Marshall Allen, Wynton Marsalis, Michael Brecker, Pat Metheny, Bill Frisell e Hank Jones. Wilson tocou em 250 CDs como sideman e gravou 9 como líder para a Palmetto Records, assim como co-liderou em mais 5 gravações.
Matt Wilson, que já foi nomeado para os Grammy, foi eleito 5 anos consecutivos como o melhor na categoria Rising Star Drummer, e muito recentemente o terceiro melhor baterista de jazz nas votações dos críticos de todo o mundo para a revista Downbeat. Os leitores da revista JazzTimes consideraram-no recentemente como um dos 4 melhores bateristas de jazz. Em 2003, foi eleito o Baterista do Ano pela Associação Americana de Jornalistas de Jazz.
Fonte: http://www.mattwilsonjazz.com/about/bio
Ensemble Super Moderne
- Sax Tenor e Soprano
José Pedro Coelho
- Sax Alto
José Soares
- Sax Barítono e Clar. Baixo
Rui Teixeira
- Trombone
Paulo Perfeitoe
- Guitarra
Luis Eurico Costa
- Piano
Carlos Azevedo
- Contrabaixo
Miguel Ângelo
- Bateria
Mário Costa
Out. 06 6ªfeira – 21h30
- Origem
Portugal
- Género
Jazz
Bio.
Com percursos musicais sólidos e reconhecidos, oito músicos juntam-se para explorar diferentes formas de narrar, improvisar e interagir musicalmente. A partir de uma componente composicional forte que traga consigo tantas boas influências quanto possível, o Ensemble Super Moderne destaca-se por não ter nenhum som mas vários. O conceito de uma linha estética como elemento unificador do projecto desaparece, dando lugar a que o Ensemble Super Moderne se identifique precisamente por não tomar partido de nenhuma música em especial.
O ensemble reúne alguns dos mais interessantes valores da nova geração do jazz nacional: José Pedro Coelho (saxofone tenor, soprano e clarinete), Rui Teixeira (saxofone barítono, clarinete baixo), José Soares (saxofone alto), Paulo Perfeito (trombone), Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano e sintetizadores), Miguel Ângelo (contrabaixo e baixo elétrico) e Mário Costa (bateria).
Daniel Carvalho diz que “Não é fácil pôr esta formação numa determinada gaveta, escapam facilmente a etiquetas dadas as diversas influências e estilos. Ainda assim talvez se possa confirmar que o jazz é moderno. Ou mesmo super-moderno.” e José Carlos Fernandes escreveu na TimeOut – Porto que “O Ensemble Super Moderne tem identidade marcada, som próprio e, mesmo quando convoca referências díspares, não incorre na arbitrariedade e na auto-indulgência típicas de muito projecto pós-moderno…”
Já Leonel Santos no seu site JazzLogical considera que “É um Jazz criativo, generoso, excitante, sem preconceitos consigo mesmo, mas que não se aceita como curiosidade étnica, que não pactua com o ´bora todos lá prá frente e depois se vê`, e que se arrisca para lá das suas margens.” e Rui Eduardo Paes escreve no site jazz.pt: “… um jazz ´supermoderno`, de facto, no sentido daquilo a que a filosofia contemporânea vai chamando de meta-moderno ou pseudomoderno. Um jazz que recupera diferentes formatos do seu património estilístico, … e absorve elementos do rock e da música erudita do século XX e deste (século) que iniciámos há 15 anos.”
O disco do Ensemble Super Moderne foi considerado o melhor disco de Jazz Nacional de 2014 (uma iniciativa do site JazzLogical)
Charles Tolliver Tentet
Celebrating Thelonious Monk Centennial
- Direção e Trompete
Charles Tolliver
- Piano
Kirk Lightsey
- Contrabaixo
Devin Starks
- Bateria
Darrell Green
- Trompete
Josh Evans
- Sax Tenor
Stephen Gladeney
- Sax Alto
Todd Bashore
- Sax Barítono
Patience Higgins
- Trombone
Stafford Hunter
- Tuba
Aaron Johnson
Out. 05 5ªfeira – 21h30
Bio.
O trompetista, líder de banda, compositor, arranjador e educador Charles Tolliver nasceu em Jacksonville, Flórida, em 1942. A sua carreira musical começou aos 8 anos quando a avó, Lela, lhe ofereceu o seu primeiro instrumento, uma corneta, e a inspiração para aprender.
Depois de alguns anos de faculdade estudando farmácia na Howard University, e procurando o seu estilo de trompetista, Charles começou a sua carreira profissional com o gigante saxofonista Jackie Mclean. Fazendo sua primeira gravação com McLean em 1964, Charles já gravou e/ou actuou com artistas de renome como Roy Haynes, Hank Mobley, Willie Bobo, Horace Silver, McCoy Tyner, Sonny Rollins, Booker Ervin, Gary Bartz, Herbie Hancock, The Gerald Wilson Orchestra, Oliver Nelson, Andrew Hill, Louis Hayes, Roy Ayers, Art Blakey & the Jazz Messengers, e Max Roach.
Charles Tolliver foi por várias vezes eleito melhor trompetista pelos críticos de jazz da revista Downbeat. Em 1969 formou o quarteto Music Inc, que se tornou internacionalmente respeitado pela inovadora abordagem de quartetos de trompete. Em 1970 ele e o seu alter-ego amigo e músico Stanley Cowell, criaram a Strata-East Records, que têm mantido firmemente viva, até ao presente.
Durante os anos 80 e 90, Tolliver continuou com seu grupo, Music Inc, e em várias ocasiões tocou as suas composições e arranjos para grupos grandes, como solista, com praticamente todas as orquestras europeias de jazz das Radios/TVs. Tendo publicado na sua editora Strata-East dois álbuns com a sua big band muito aclamados pela crítica, “Music Inc & Big Band” e “Impact”, já no novo milénio, e após um período de menos visibilidade, voltou novamente ao formato da big band, tendo, em 2007, editado na Blue Note Records o cd “With Love”, que foi imediatamente nomeado para os Grammy. A Associação de Jornalistas de Jazz Americanos atribuiu o prémio de “Melhor Grande Grupo do Ano 2007” ao seu novo grupo The Charles Tolliver Big Band.
Numa reconstituição e apresentação históricas no Town Hall em 2009, para a celebração 50º aniversário do histórico concerto de Thelonious Monk “1959 Town Hall concert”, Tolliver apresentou-se a tocar a transcrição definitiva das partituras perdidas das orquestrações de Hal Overton da música de Thelonious, exactamente como foi tocada e gravada no concerto original.
Será esta reconstituição que o Charles Tolliver Tentet tocará no Angrajazz por ocasião do centenário de Thelonious Monk.
Fonte: http://charlestolliver.com
Baptiste Trotignon & Minimo Garay Duo
- Piano
Baptiste Trotignon
- Percussões
Minimo Garay
Out. 04 4ªfeira – 23h30
- Origem
França / Argentina
- Género
Jazz
Bio.
Baptiste Trotignon, nascido em 1974, começa a tocar piano com 8 anos de idade. Ainda na adolescência descobre o jazz e a improvisação, que aprende como autodidacta. Os seus dois primeiros álbuns em trio, no início dos anos de 2000, (seguidos por dois álbuns de piano solo, coroados com um grande sucesso do público e da crítica) revelaram-no como um dos pianistas mais espectaculares, completos e fascinantes da nova geração e abriram-lhe as portas de todos os principais festivais franceses e internacionais.
Ganhou inúmeros prémios: Prémio Django Reinhardt, Revelação Francesa 2003 Victoires Jazz, assim como o Grande Prémio do Concurso Internacional de Piano Martial Solal em 2002.
Nos anos que se seguiram, ele multiplica reuniões ecléticas, ao lado de artistas como Tom Harrell, Stefano Di Battista, Aldo Romano ou Brad Mehldau. “Share” primeiro álbum “americano” de Baptiste, gravado em Nova Yorque em 2008, foi um sucesso e será seguido por um super-apreciado “Live” gravado em Londres.
Depois de ter recebido o Grande Prémio da SACEM (Sociedade dos Autores, Compositores e Éditores de Música) em 2011, pelo seu trabalho como compositor, lançou em 2012 um álbum surpreendente e ousado, “Song, Song, Song” onde ele evoca o seu amor pela voz e convida um bom grupo de artistas para se juntar a ele, incluindo Melody Gardot ou o autor Christophe Miossec. Foi igualmente nomeado Compositor do Ano no “2014 Victoires de la Musique Classique” pela sua primeira grande peça orquestral “Differents spaces” (Concerto para Piano encomendado pela Orquestra Nacional de Bordéus).
Depois de um álbum acústico de baladas realizado em duo com o saxofonista Mark Turner, o jovem quadragenário apresentado pelo jornal “Le Monde”, como “uma lição, um modelo, a perfeição de A a Z”, volta em 2014 à arte do trio com o álbum “Hit”, para o qual convidou o baterista Jeff Ballard.
Em 2016, Baptiste Trotignon assinou com a prestigiosa editora SonyMusic – Okeh Records, e o álbum “Chimichurri”, um dueto com o percussionista argentino Minino Garay, é o primeiro fruto desta nova colaboração.
No dia 16 de Março de 2017 Baptiste recebeu o “Grand Prix Lycéen des Compositeurs”, um belo prémio anual da música contemporânea francesa!
Fonte: http://www.baptistetrotignon.com
Orquestra Angrajazz
- Direção
Claus Nymark
- Direção
Pedro Moreira
Out. 04 4ªfeira – 21h30
- Origem
Portugal, Açores
- Género
Jazz
- Apoio ao Projeto de Formação
Orquestra Angrajazz
Bio.
A Orquestra é o projecto de formação da Associação Cultural Angrajazz. Constitui-se em Julho de 2002, tendo feito o seu concerto inaugural no 4.º Angrajazz. Desde o seu início tem a Direcção Musical dos músicos Claus Nymark e Pedro Moreira, e é composta, na sua grande maioria, por músicos terceirenses. Em 2006 lançou o CD “Orquestra Angrajazz com Paula Oliveira”.
Tocou com grandes músicos portugueses como Paula Oliveira, Mário Laginha, Zé Eduardo, Afonso Pais, Mário Barreiros, Hugo Alves, Luís Cunha, Paulo Gaspar e Ricardo Toscano. Para além de inúmeros concertos na ilha Terceira já se apresentou por cinco vezes em Lisboa, no Funchal Jazz, e nas ilhas de S. Jorge, S. Miguel e Graciosa.
Ao longo da sua existência a Orquestra Angrajazz tem levado a efeito sessões de trabalho mensais com os seus directores musicais, e também com os músicos convidados para com ela tocarem no Festival, assumindo-se assim como a principal “escola” de formação de músicos de jazz na Região, e contribuindo em muito para que se possa considerar o Angrajazz como o mais importante meio de divulgação do jazz nos Açores.
Em 2015 participou no programa de animação cultural “Lisboa na Rua”, coproduzido pela EGEAC/Cultura em Lisboa e pelo Hot Clube de Portugal, integrando o ciclo “A Arte da Big Band – 5 Orquestras de Jazz”. Neste ciclo, participaram ainda a Big Band de Jazz do Município da Nazaré, a Thoneline Orchestra – Alemanha, a LUME – Lisbon Underground Music Ensemble e a Orquestra de Jazz do Hot Club de Portugal.
Em 2016, no 18º Angrajazz, a Orquestra interpretou na íntegra, pela primeira vez em Portugal, The Far East Suite do grande Duke Ellington, tendo como convidados o clarinetista Paulo Gaspar e o saxofonista Ricardo Toscano.
No 19º Angrajazz, apresentará um programa que celebrará os 5 centenários que ocorrem durante o presente ano de 2017 – Lena Horne; Tadd Dameron, Thelonious Monk, Ella Fitzgerald e Dizzy Gillespie