Ensemble Super Moderne

  • Sax Tenor e Soprano
    José Pedro Coelho 
  • Sax Alto
    José Soares
  • Sax Barítono e Clar. Baixo
    Rui Teixeira
  • Trombone
    Paulo Perfeitoe
  • Guitarra
    Luis Eurico Costa
  • Piano
    Carlos Azevedo
  • Contrabaixo
    Miguel Ângelo
  • Bateria
    Mário Costa

Out. 06 6ªfeira – 21h30

  • Origem
    Portugal
  • Género
    Jazz

Bio.

Com percursos musicais sólidos e reconhecidos, oito músicos juntam-se para explorar diferentes formas de narrar, improvisar e interagir musicalmente.  A partir de uma componente composicional forte que traga consigo tantas boas influências quanto possível, o Ensemble Super Moderne destaca-se por não ter nenhum som mas vários.  O conceito de uma linha estética como elemento unificador do projecto desaparece, dando lugar a que o Ensemble Super Moderne se identifique precisamente por não tomar partido de nenhuma música em especial.

O ensemble reúne alguns dos mais interessantes valores da nova geração do jazz nacional: José Pedro Coelho (saxofone tenor, soprano e clarinete), Rui Teixeira (saxofone barítono, clarinete baixo), José Soares (saxofone alto), Paulo Perfeito (trombone), Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano e sintetizadores), Miguel Ângelo (contrabaixo e baixo elétrico) e Mário Costa (bateria).

Daniel Carvalho diz que “Não é fácil pôr esta formação numa determinada gaveta, escapam facilmente a etiquetas dadas as diversas influências e estilos. Ainda assim talvez se possa confirmar que o jazz é moderno. Ou mesmo super-moderno.” e José Carlos Fernandes escreveu na TimeOut – Porto  que “O Ensemble Super Moderne tem identidade marcada, som próprio e, mesmo quando convoca referências díspares, não incorre na arbitrariedade e na auto-indulgência típicas de muito projecto pós-moderno…”

Já Leonel Santos no seu site JazzLogical considera que “É um Jazz criativo, generoso, excitante, sem preconceitos consigo mesmo, mas que não se aceita como curiosidade étnica, que não pactua com o ´bora todos lá prá frente e depois se vê`, e que se arrisca para lá das suas margens.” e Rui Eduardo Paes escreve no site jazz.pt: “… um jazz ´supermoderno`, de facto, no sentido daquilo a que a filosofia contemporânea vai chamando de meta-moderno ou pseudomoderno.  Um jazz que recupera diferentes formatos do seu património estilístico, … e absorve elementos do rock e da música erudita do século XX e deste (século) que iniciámos há 15 anos.”

O disco do Ensemble Super Moderne foi considerado o melhor disco de Jazz Nacional de 2014 (uma iniciativa do site JazzLogical)